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Resistência para defender direitos e a democracia

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Sindicato estará nas ruas e nos locais de trabalho para evitar retrocessos; acordo de dois anos favorece categoria

resistênciaO candidato do PSL venceu as eleições e com isso um novo ciclo se inicia no País. Pela via direta e democrática, a maioria dos brasileiros elegeu um presidente da República que votou contra os direitos da classe trabalhadora quando deputado, foi favorável à venda das riquezas da Petrobras a empresas estrangeiras e é, confessamente, racista, homofóbico, apoiador da tortura e contrário ao respeito e ascensão das mulheres na sociedade e no mundo do trabalho.

No entanto, um número também muito expressivo de brasileiros apoiou o candidato do PT, Fernando Haddad, que obteve quase a metade dos votos (44,87%). São pessoas que defendem um País menos desigual, com igualdade de oportunidades para todos, respeito aos direitos humanos e com liberdade de expressão, fortalecendo o exercício da democracia. Essas pessoas, somadas a entidades e instituições representativas da sociedade civil e da classe trabalhadora, não vão desaparecer agora que as eleições terminaram. Pelo contrário. Assim como o nosso Sindicato, estarão nas ruas para garantir que o retrocesso não se consolide.

“A defesa dos direitos dos trabalhadores, dos bancos públicos, dos direitos sociais, previdência e emprego e renda, além das políticas sociais de inclusão, serão nossa pauta diária e vão resultar em muitas ações já a partir desse ano. Perdemos uma eleição, mas não vamos deixar que nos tirem a democracia”, aponta o presidente do Sindicato, Belmiro Moreira. Ele destaca ainda que, especificamente no caso da categoria bancária, o acordo de dois anos mais uma vez se mostra altamente positivo, já que até 2020 nenhum direito poderá ser retirado da convenção coletiva dos bancários (assista, abaixo, ao vídeo com a mensagem do presidente do Sindicato).

A CUT, central à qual o Sindicato é filiado, já divulgou nota no pós-eleição reafirmando que manterá a classe trabalhadora unida, “preparando-a para a luta, nas ruas, nos locais de trabalho, nas fábricas e no campo contra a retirada de direitos e em defesa da democracia”. Também as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo divulgaram nota no mesmo sentido, da resistência, chamando para manifestação no fim da tarde amanhã, 30, em São Paulo (leia íntegra das notas no site do Sindicato).

 

 

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